«O Museu da Imagem, em Braga, abriu ontem [3 Julho], oficialmente, a exposição de fotografias antigas da cidade de Braga e apresentou o catálogo da colecção privada “Contributos para uma memória visual de Braga”. Os responsáveis pela iniciativa convidam os bracarenses a visitarem a colecção, que recorda Braga aos mais velhos e mostra a cidade antiga aos mais novos.Rui Prata, director do Museu da Imagem, mostrou-se orgulhoso por poder exibir a colecção. Esta exposição foi inaugurada informalmente no dia 19 de Junho, mas aguardava-se pela elaboração do catálogo, que agora ficou concluído.
«É a primeira vez que o Museu da Imagem expõe uma colecção de originais. A grande maioria das fotografias data do século XIX. São imagens que nos permitem ver a evolução do espaço físico da cidade e algumas transformações, nomeadamente na zona do antigo Campo de Santana, actual zona da Arcada», explicou.
O director do aniversariante Museu da Imagem chamou à atenção para outros pormenores como os trajes, o quotidiano, a pouca quantidade de transeuntes que circulavam naquela altura, o que denuncia uma certa pacatez da cidade.
No auditório, destaque para um conjunto de fotografias que permitem, para além do seu conteúdo, fazer um inventário dos fotógrafos activos na cidade nos finais do século XIX e princípios do século XX.
Rui Prata lembra que o Museu da Imagem cumpre este ano o décimo aniversário. Tem feito um esforço no sentido de descobrir imagens inéditas de Braga, as quais vão contribuindo para enriquecer a história da cidade. «Para os investigadores torna-se uma interessante matéria prima e para o público em geral contribui para a descoberta daquilo que foi a cidade de outrora».
Estão algumas imagens do Arquivo Aliança, cujo espólio está precisamente à guarda do Museu da Imagem. Recorde-se que a Foto Pelicano e a Foto Aliança também doaram espólio à Câmara de Braga.
Rui Prata agradeceu não só ao proprietário da colecção, o arquitecto Nuno Borges de Araújo, mas também à empresa "Peixoto Rodrigues, L.da", representada pelo engenheiro Jorge Rodrigues, patrocinador do catálogo. «É um homem que tem sido devotado em termos de mecenato na cidade de Braga, de forma especial no campo da cultura», elogiou.
Estão algumas imagens do Arquivo Aliança, cujo espólio está precisamente à guarda do Museu da Imagem. Recorde-se que a Foto Pelicano e a Foto Aliança também doaram espólio à Câmara de Braga.
Rui Prata agradeceu não só ao proprietário da colecção, o arquitecto Nuno Borges de Araújo, mas também à empresa "Peixoto Rodrigues, L.da", representada pelo engenheiro Jorge Rodrigues, patrocinador do catálogo. «É um homem que tem sido devotado em termos de mecenato na cidade de Braga, de forma especial no campo da cultura», elogiou.
Jorge Rodrigues mostrou-se orgulhoso por poder patrocinar a obra. Confessou que, apesar das dificuldades por que passam as empresas, vale a pena fazer um esforço para apoiar a cultura em Braga. «Sou bracarense e gosto muito de arte. Não podemos centrar apenas no lucro», disse.
Por sua vez, Ilda Carneiro, vereadora da Cultura da Câmara de Braga, agradeceu a todos aqueles que têm contribuído para o enriquecimento do património e da cultura de Braga, nomeadamente entregando o seu espólio ao Museu da Imagem e explicou o âmbito da exposição. «Este ano, porque comemorávamos dez anos, resolvemos fazer exposições todas dedicadas à cidade de Braga. Com esta exposição podemos dar a conhecer aos bracarenses a evolução e a história da cidade de Braga», disse.
Segundo Ilda Carneiro, estas exposições têm duas vertentes: para os mais jovens, servem para conhecer o que era Braga e assim estabelecerem a diferença; e para os mais velhos, permite-lhes reviver o que era Braga no início do século XX. «Braga é uma cidade com um grande património e é importante que as pessoas o conheçam».
Esta responsável chamou à atenção para uma fotografia da Avenida Central, então com gradeamentos, que depois foram para o Parque da Ponte. As classes que podiam faziam as festas e o povo divertia-se a ver.
«Com estas exposições, damos um grande contributo à população de Braga para o conhecimento da cidade. Para o ano, também estamos a pensar fazer algumas exposições de fotografias com fotógrafos bracarenses», revelou Ilda Carneiro, prometendo, proximamente, dar a conhecer a selecção dos fotógrafos, uma vez que não podem ser todos.
A vereadora da Cultura da Câmara de Braga elogiou o mecenas Jorge Rodrigues, fazendo votos para que seja um exemplo para as outras empresas de Braga. «Se tivermos boas exposições, se tivermos actividades culturais que chamem as pessoas não só do concelho, mas também do exterior, a cultura vai ter impacto na economia», garantiu.
Segundo Ilda Carneiro, estas exposições têm duas vertentes: para os mais jovens, servem para conhecer o que era Braga e assim estabelecerem a diferença; e para os mais velhos, permite-lhes reviver o que era Braga no início do século XX. «Braga é uma cidade com um grande património e é importante que as pessoas o conheçam».
Esta responsável chamou à atenção para uma fotografia da Avenida Central, então com gradeamentos, que depois foram para o Parque da Ponte. As classes que podiam faziam as festas e o povo divertia-se a ver.
«Com estas exposições, damos um grande contributo à população de Braga para o conhecimento da cidade. Para o ano, também estamos a pensar fazer algumas exposições de fotografias com fotógrafos bracarenses», revelou Ilda Carneiro, prometendo, proximamente, dar a conhecer a selecção dos fotógrafos, uma vez que não podem ser todos.
A vereadora da Cultura da Câmara de Braga elogiou o mecenas Jorge Rodrigues, fazendo votos para que seja um exemplo para as outras empresas de Braga. «Se tivermos boas exposições, se tivermos actividades culturais que chamem as pessoas não só do concelho, mas também do exterior, a cultura vai ter impacto na economia», garantiu.
Deixou uma palavra de agradecimento ao arquitecto Nuno Borges de Araújo, proprietário da colecção. A exposição vai estar no Museu da Imagem até ao dia 30 de Agosto. O catálogo está à venda por dez euros» [Francisco de Assis/DM].

