sábado, 11 de Julho de 2009

"SIC AO VIVO" NA AVENIDA CENTRAL

A Avenida Central, em Braga, serve de palco à emissão de “SIC ao Vivo” de segunda-feira (13 de Julho), assim se iniciando a “digressão” minhota deste programa televisivo.
Com a participação de três ‘trios’ de apresentadores – Nuno Eiró, Vanessa Oliveira e Raquel Strada; Merche Romero, Nuno Graciano e Ana Rita Clara; José Figueiras, Liliana Campos e Rui Pego (a que se juntam ainda Iva Lamarão e João Manzarra) – o ‘SIC ao Vivo’ regista ainda a participação de caras bem conhecidas do público, como são os casos de Simone de Oliveira e do humorista César Mourão.
«Conhecimento. Nacionalidade. Diversidade. Humor. Verão. Entusiasmo. São algumas das palavras que caracterizam este programa que prima, não só pela inovação, mas pela ambição de aproximar a SIC e o público espectador através da permanente interactividade, seja através de conversas, jogos, passatempos, momentos de música, desafios colocados ao público e mesmo aos apresentadores», assim é apresentado pela estação emissora.

sexta-feira, 10 de Julho de 2009

DIRECTOR ARTÍSTICO DO THEATRO CIRCO:
«UM PROGRAMADOR É UM ESPECTADOR "AO CONTRÁRIO"»

«Criar uma identidade para o Theatro Circo de Braga é a tarefa que ocupa Paulo Brandão desde há três anos. Conquista o seu "espaço de liberdade" com uma programação em que pontificam nomes da música independente norte-americana, mas rejeita que as suas escolhas sejam classificadas de alternativas. Defende os benefícios de um trabalho continuado e a importância de criar condições para a criação.
Por Raquel Ramalho Lopes/RTP
O que é, para si, programar?
É tornar-me numa espécie de espectador invertido, colocando-me no lugar do espectador e escolher aquilo que gostaria de ver. O programador é um espectador "ao contrário", mas será sempre um confronto com a realidade. Numa estrutura, o programador não depende só de si mas também de um conjunto de influências desde o espaço que está a programar, a cidade, os contactos, os conhecimentos, a situação do país, do mundo... tudo influencia as nossas escolhas como programadores. [No momento da escolha], as coisas mais impensáveis podem acontecer e até num nível instintivo. O espectador também tem esse jogo de instinto. Ora apetece-lhe ver este artista, ora escolhe um texto. Às vezes não percebemos. Mas também não é importante que se perceba. Importante é que façamos esse duplo exercício de ser espectador quando precisamos de ser e programador quando temos de programar. Tenho a necessidade de estar como espectador, mas sempre numa atitude crítica. Um programador que não vê, que não sente o pulsar do que está a acontecer a todo o momento, engana-se. O programador tem de sentir o que faz, porque só assim consegue colocar-se no lugar do espectador. Acredito que pelo facto de ver e escolher o que vi e gostei, porque se criaram momentos, transportando-as para o Theatro Circo ou outro espaço, as coisas também funcionem da mesma maneira. É evidente que há escolhas que obrigam a um trabalho um pouco diferente. No Musa - Ciclo no Feminino, certas escolhas não são muito evidentes. Por exemplo, a Kaki King (Estados Unidos) é para mim uma das grandes criadoras do momento na área da guitarra e muito pouca gente a conhece em Portugal, não tem discos editados no país... Como é que prepara a vinda de um artista que grande parte do público não conhece?
A preparação é um somatório de passos, desde a escolha da fotografia para o muppie, as informações que saem para as rádios e jornais, a publicidade, as redes ao nível da Internet (myspace, youtube, blogues), ao passa-palavra. Tudo isso tem de me permitir e acredito que vou ter, no mínimo, 300 pessoas na sala e acredito que chegue às 500. Porquê? Porque há uma série de passos e de conquistas que nós temos de fazer.
Temos mesmo de criar uma identidade para os espectáculos dentro da identidade do Theatro Circo, que já existe e vai existindo conforme o que vamos fazendo. A escolha de um determinado artista serve também para criar uma identidade.
Vou tentar explicar o que a Kaki King pode trazer de novo em termos de público. Primeiro, é uma excelente guitarrista. Segundo, é muito diversa, tem três discos completamente diferentes, o de estreia é totalmente acústico mas o terceiro já quase todo com guitarra eléctrica. Terceiro, tem canções, ela não cantava e começou a cantar. Quarto, tem aspectos a nível biográfico que devemos potenciar: lidera uma comunidade gay muito forte nos Estados Unidos. Quinto, tem uma excelente imagem e o que está a fazer é algo muito poético. Sexto, a rede, os jornalistas que conhecem bem o mercado sabem quem é e certamente que vão pegar na Kaki King. Esse somatório de coisas vai criar o desejo de vir ao Theatro Circo e de conseguir reunir uma comunidade entre 300 a 500 pessoas, espero.
A programação é um pouco alternativa. Que características destacaria?
Eu não diria que seja alternativa... Gosto dessa palavra mas não diria que seja alternativo, porque penso a programação como um somatório de aspectos. Não posso focalizar a programação apenas no que é alternativa, tenho de olhar a programação ao longo destes três anos e dos seguintes, ao longo daquilo que formos fazendo. Não posso fazer programação só de hits, não posso ter espectáculos só de grande público.
Vamos fazer Pedro Abrunhosa no dia 24 de Julho e a Kaki King no dia 11. Um português muito conhecido do grande público e uma americana muito pouco conhecida. Vamos ver qual é a diferença de público.
Desde 2006 até agora o que mudou, o que foi sendo aperfeiçoado?
O primeiro ano de programação do teatro foi um ano de tentar criar uma identidade em termos programáticos, fazendo a ligação à cidade, criar as rotinas na estrutura de funcionamento, bilheteira, parte técnica, palco, criação de público e visibilidade. No segundo ano, começamos a trabalhar mais seriamente com a cidade, o que tem vindo a crescer. Mensalmente temos actividades ligadas à cidade de Braga, desde as tunas até ao fado, passando pelo cinema e vídeo, aniversários ligados às rádios, etc que temos vindo a trabalhar e essa ligação tem obrigatoriamente de existir e tem vindo a melhorar.
Qual é o perfil do teatro, segundo o acordo definido com a autarquia da Braga? De que forma poderá a sua actividade ser considerada um exercício de poder?
O objectivo é ter uma programação ecléctica, virada para a cidade, mas também que crie identidade a nível nacional, para atrair públicos a Braga.
É evidente que programar é um exercício de poder, mas que pode esconder muitas dependências. É o que também acontece com os partidos políticos. Porque é que se escolhe determinada gente ou grupo para trabalhar? Porque não escolhe outro? Porque favorece este e não aquele? Há múltiplas interrogações a fazer. Nesse aspecto acho que sou absolutamente livre porque não tenho compromissos com nada nem com ninguém, não devo favores a ninguém e ninguém me deve favores.
Acho que faço o exercício de poder pelo valor das coisas. O meu valor como director artístico e como programador é aquilo que eu faço e que consigo fazer. Esse é o meu valor e a minha liberdade. Nós temos este exercício de poder, enquanto nos permitirem que o tenhamos. Se deixar o Theatro Circo, deixo de ter esta estrutura, esta equipa e a possibilidade de ter esta liberdade. Se não estiver a fazer nada, aí é que estou preso e não consigo expandir aquilo que acho que deve ser...
Que papel têm as estruturas de criação no Theatro Circo?
O Theatro Circo tem uma longa história e uma imensa tradição. A memória criada ao longo de quase um século não deixou de existir só pelo facto de o teatro ter sido renovado e nesse período ter estado encerrado. Até então era sobretudo uma estrutura de acolhimento, embora com uma estrutura residente, que é a Companhia de Teatro de Braga (a partir de 1987). [Hoje] é apenas uma estrutura residente, de produção independente ao Theatro.
Quando reabrimos em 2006, passámos a criar produções próprias ou co-produções. Entre as nossas produções mais recentes estou a lembrar-me do "Maldoror", com os "Mão Morta", produzido com a "Imetua", do "Day of the Dead", uma co-produção com artistas americanos liderada pela Julie Atlas Muz, de produções criadas de raiz no Theatro Circo desde festivais e ciclos, como o "Burla - Festival do Burlesco" e o "Musa - Ciclo no Feminino". Fazemos convites aos artistas que foram pensados e criados por nós.
Para serem apresentados unicamente aqui...
Exactamente e não vão a mais lado nenhum. Outras produções, sobretudo na área do teatro, vão circulando. O Theatro Circo é uma estrutura muito 'sui generis', no sentido em que, embora não tenha uma estrutura de co-produção interna - porque teríamos de ter outros meios, quer físicos, quer humanos - não deixa de as fazer. Acabamos por ir um pouco mais longe do que uma estrutura de acolhimento. Hoje em dia são raras as que são apenas estruturas de acolhimento, porque é algo muito pouco aliciante e até preguiçoso. Somos como que obrigados, mesmo que não queiramos, (senão) ficaríamos isolados. Há necessidade de criar redes, que nos obrigam a contribuir e a criar.
Têm Serviço Educativo?
Não, não temos, mas temos a valência de Serviço Educativo. Mais uma vez, embora não tenhamos não quer dizer que não façamos mais e melhor do que estruturas que têm Serviço Educativo. Criamos uma relação muito próxima com algumas estruturas da cidade, nomeadamente a escola Calouste de Gulbenkian na área da música e a Arte Total na área da dança, para poder fazer workshops, ateliers...
Quem são os seus públicos?
Sobre os públicos do Theatro Circo só posso responder empiricamente. Tivemos um estudo feitos por alunas finalistas da Universidade do Minho, com inquéritos feitos internamente, que nos pode servir um pouco de amostra, embora não seja um estudo feito massivamente e cientificamente mais aproximado. Sabemos que vem de toda a região Norte (Fafe, Guimarães, Porto), mas, dependendo dos espectáculos, se a proposta for interessante, vem de Espanha.
Percebemos, principalmente em Maio, que foi um mês muito forte - actuaram "Anthony and the Johnsons", Andrew Bird e "Wilco" -, que tivemos acima de 300 espanhóis. É um público potencial. Então como é que vamos tentar chegar lá? Obviamente que tentaremos usar alguns canais de comunicação, como a imprensa e as rádios de Vigo, fazer um bom trabalho com quem aluga os autocarros e vende bilhetes em Espanha, porque é um público que vem preencher a cidade.
Eu faria o exercício ao contrário. Gostaria de ter mais público ligado à Universidade. Acho que os alunos estão alheados das manifestações culturais da cidade, à excepção das queimas das fitas. Estamos a trabalhar com alguns professores, com a Associação Académica e com pessoas que lá trabalham para ter um lado de criação afectiva, mas mesmo assim é difícil. Penso que não está relacionado com particularidades nossas, mas com particularidades pessoais.
Como é que classificaria a sua relação com a tutela, a câmara de Braga?
É uma relação profissional. Estou cá desde 2006, tenho passado por momentos muito diferentes. Agora estamos num bom momento, porque uma série de propostas que conseguimos candidatar, ao Ministério da Cultura e à União Europeia, foram apoiadas. Permite-me perceber que vou poder fazer uma programação que vai mais ao encontro daquilo que eu desejo para o Theatro Circo. É
preciso entender que ter a seu cargo um edifício é, na maior parte das vezes, um esforço muito grande para as autarquias, mas também muito gratificante. Muitos louros poderão daí resultar, desde logo servir a população. Ter programação e uma casa a funcionar após o primeiro ano e o "folclore" inicial é raro manter. O facto é que esta autarquia tem mantido e eu, neste momento - avalio as coisas sempre no momento -, sinto-me muito confortável.
A verba aumenta em ano de eleições?
Não, pelo contrário. A verba para programação manteve-se ao longo dos quatro anos. Neste último mês tivemos as boas notícias que as candidaturas tinham sido aprovadas, o que vai melhorar um pouco. Mas a programação está delineada até Dezembro.
A sua programação é influenciada pelas políticas culturais nacionais?
Claro, indirectamente. Desde logo, os apoios que existem do Ministério da Cultura...
A que programas concorrem?
A tudo o que são programas. Agora estamos com o Quadrilátero Urbano, uma candidatura de programação a quatro (Braga, Barcelos, Famalicão e Guimarães) ao QREN II Norte, para 2010, com produções nossas, com circulação, etc. Também concorremos ao Ministério da Cultura, na área da programação. Também vamos conseguindo apoios nos cruzamentos artísticos.
Para onde quer levar o teatro? Quais são os seus principais desafios?
Gostaria de ter uma presença maior de produção própria e fazê-la circular a nível nacional e em 2010 isso vai acontecer de uma forma mais visível.
Vamos ter o espectáculo musical "Amor Entre Cigarras", com texto de walter hugo mãe, música do Miguel Pedro, figurinos, cenário e adereços de Catarina Barros. É uma produção nossa, criada de raiz, que vai circular por Famalicão, Guimarães e mais alguns espaços. Acho que contribui para criar essa identidade que o Theatro Circo tanto quer, gosta e precisa.
Queremos ter uma componente de edição de DVD de espectáculos filmados aqui, com lançamentos. Fizemos isso com "Maldoror", que está no mercado, e algumas edições a nível discográfico. Queremos criar coisas que também fiquem, criar relações com os criativos e artistas, a nível nacional e internacional. Temos provas que temos capacidade para isso mesmo a nível internacional.
Há uma marca autoral na sua programação, que já mantinha na Casa das Artes de Famalicão e que trouxe para o Theatro Circo?
Tento conquistar o meu espaço de liberdade com escolhas que depois servem de referência. Não no sentido de divulgar o nome de Paulo Brandão por tudo o que é sítio, mas gosto que as pessoas reconheçam que tenho capacidade e vou programando coisas que funcionam. Penso que não é com necessidade autoral. Importa é que a estrutura do Theatro Circo funcione e continue a trabalhar independentemente de ser ou não Paulo Brandão o director artístico.
Programa porquê?
Talvez programe porque delegue nos artistas que trago aquilo que gostaria de fazer. Gostaria de ser a suma dos artistas que trago a 100 por cento. Por exemplo, se trago cá a Kaki King é porque me reconheço no que ela está a fazer.
A programação é um exercício de crítica em relação à sociedade?
Absolutamente. Acho que é esse o aspecto mais importante. Acaba por ser um pouco o papel dos ditadores. Muitas vezes ditamos aquilo que achamos que deve ser, mas também devemos ter o bom senso de perceber se estamos errados. O facto é que a realidade de determinados espectáculos ou ciclos funciona de forma diferente em cada cidade e na relação entre as pessoas. Se não for uma sociedade aberta, então vamos "abrir portas". A ideia é precisamente a de abrir, permitir, deixar fluir... Agora, não podemos ter a veleidade de pensar que vamos alterar comportamentos. Temos de ler a cidade e acredito que Braga tenha beneficiado e melhorado socialmente com o aparecimento do Theatro Circo.
Sente-se um ditador?
Não. Quando a minha vinda para cá foi divulgada, em termos mediáticos, saíram algumas crónicas e textos em que eu parecia uma espécie de Messias, para usar um termo de Braga, que tem uma componente religiosa muito forte. A dada altura perguntaram-me: não programa artistas de Braga? Respondi: onde estão? Isto não é uma máquina de fazer artistas ou criadores. É preciso trabalhar e permitir que haja uma continuidade. Neste momento, se formos apontar 20 esperanças para a música nacional encontramos seis a oito bandas de Braga, porque a autarquia criou condições - no Estádio Municipal 1.º de Maio - para ensaios. Neste momento, alguns grupos estão aí com muita força, como os Monstro Mau, Mundo Cão, Smix Smox Smux, peixe:avião, At Freddy's House, Astro Boy, VortexSoundTech. Foram-lhes dadas condições de trabalho e isso tem certamente reflexos.
Também acredito que é necessário criar condições para o aparecimento de criadores. Alguns países fazem-no muito bem. Por exemplo, na Finlândia, a Finish Music Information Center (Fimic), uma associação ligada aos direitos de autor, trabalha e divulga os artistas nacionais. Se eu quiser trazer alguma das suas bandas não pago cachet e as viagens estão pagas. Isso só é possível porque o Estado investe ou cria meios para tal.
UM CONVITE DE MESQUITA MACHADO...
Paulo Brandão (n. 1967, Vila Nova de Famalicão) assume a direcção artística do Theatro Circo em 2006, a convite do autarca de Braga, Mesquita Machado. Foi director da Casa das Artes de Famalicão entre 2002 e 2006, após oito anos como produtor e director de cena no Teatro Nacional de São João. Frequentou a licenciatura em Estudos Portugueses na Universidade do Porto. Actor e encenador, a formação artística foi adquirida durante o curso de Interpretação na Academia Contemporânea do Espectáculo e o estágio em Teatro Naturalista na The Arden School of Theatre (Manchester).
UMA DAS 'OBRAS DO MANDATO'

O edifício de 1915, da autoria de Moura Coutinho, reabriu ao público em 2006, após seis anos de obras de recuperação. A sala principal, cuja tela de boca de cena é do mestre Domingos Costa - discípulo de Silva Porto - tem capacidade para 900 pessoas. O pequeno auditório, de arquitectura moderna e com 236 lugares, e o salão nobre, para 200 pessoas, destinado a conferências, debates e pequenos espectáculos, são outros espaços do Theatro Circo. A Companhia de Teatro de Braga torna-se residente em 1987 e, no ano seguinte, a Câmara Municipal passa a deter 98 por cento do Theatro Circo. A autarquia, através da empresa "Teatro Circo de Braga, SA", suporta parte significativa do orçamento anual de um milhão de euros, para programação e custos fixos. No ano passado, a receita do Theatro Circo cobriu 60 por cento dos seus custos totais. Na programação, traçada sobre as artes de palco - com incidência da música -, está a crescer o espaço para o teatro e dança. Laurie Anderson, Diamanda Galas, Robert Fripp, Al di Meola, Rosa Passos, Phillip Glass, Anthony and the Johnsons, Andrew Bird, mas também Mão Morta, André Sardet e Deolinda actuaram na "nova vida" do Theatro Circo.

terça-feira, 7 de Julho de 2009

"IBÉRIA, A LOUCA HISTÓRIA DE UMA PENÍNSULA" ENCERRA O "MIMARTE'09"

O Peripécia Teatro, de Vila Real, escolheu “Ibéria – A Louca História de Uma Península” para trazer ao “Mimarte’09”. As más condições climatéricas impediram a representação agendada. É por isso que o grupo sobe esta terça-feira (7 Julho) ao palco do rossio da sé (22h00) para encerrar o Festival de Teatro de Braga.
Este trabalho dramático aborda, de forma satírica, episódios históricos como a Batalha do Salado, Inês de Castro, Viriato e Numância, Aljubarrota ou Tratado de Tordesilhas, entre outros que ligam Portugal e Espanha ao longo de mais de mil anos.
Num palco vazio surgem três actores – Noelia Domínguez, Sérgio Agostinho e Ángel Fragua – que consigo carregam apenas um pequeno manual de instruções para uma fugaz e hilariante viagem pela História da Península Ibérica.
Lançados num confronto entre o absurdo, a ironia e o humor, os personagens lutam com lendas, factos históricos e episódios inesperados, num cenário que tão rapidamente os coloca no centro de uma batalha entre portugueses, castelhanos e muçulmanos como os coloca de cara a cara com a Padeira de Aljubarrota.
Por entre viagens nas frotas de Vasco da Gama e Cristóvão Colombo, os protagonistas do trabalho dirigido por José Carlos Garcia encarnam ainda Camões e Cervantes e contam as lendas de Inês de Castro e de Numância, assediada pelos romanos, ao mesmo tempo que são transportados para a realidade da Dinastia Filipina.

segunda-feira, 6 de Julho de 2009

SAÚDE: 10 MILHÕES EM INFRAESTRUTURAS ATÉ FINAL DO ANO

«O Secretário de Estado da Saúde garantiu, esta segunda-feira [6 Julho] em Braga que a construção do novo hospital da cidade «é um processo irreversível», mesmo que o Tribunal de Contas exija algum acerto no contrato de concessão.
Manuel Pizarro adiantou que o novo Hospital de Braga está já a ser construído embora falte o visto do Tribunal de Contas: «trata-se de um processo muito complexo e há que respeitar os termos da lei», frisou, adiantando que, se o tribunal puser em causa algum aspecto, o mesmo será corrigido no contrato de parceria entre o Estado e os investidores privados.
O novo Hospital de Braga terá 700 camas e 12 salas de cirurgia, representando um investimento inicial de 200 milhões de euros.
O contrato assinado com um consórcio liderado pela empresa "José de Mello Saúde" prevê um valor global de investimento, ao longo de 30 anos, de quase 800 milhões de euros.
O governante falava aos jornalistas no final do lançamento da primeira pedra de duas novas unidades de saúde em Braga, em Infias e em Celeirós, obras orçadas em 3,4 milhões de euros.
O acto contou com a participação do Presidente da Câmara Municipal, Mesquita Machado, do Governador Civil, Fernando Moniz, e de autarcas e autoridades de saúde.
O Secretário de Estado justificou o lançamento das duas empreitadas com o facto de cidades como Braga terem crescido muito nos últimos anos, não tendo algumas das suas unidades de saúde acompanhado esse crescimento.
«Procuramos que o Serviço Nacional de Saúde se requalifique e acerte o passo com a evolução da sociedade», disse, frisando que o lançamento de obras pelo Estado numa fase de crise económica internacional estimula a economia e o emprego.
A Unidade de Saúde de Infias, um investimento de 1,6 milhões de euros, vai situar-se na Rua Nova de Bico, nas imediações da Escola de Educação Rodoviária; enquanto que a de Celeirós, que custará um milhão de euros, se localiza na Avenida 17 de Dezembro, nos acessos ao Parque Industrial.
Recentemente, o Ministério da Saúde anunciou que vai investir, até final de 2009, 10 milhões de euros em infraestruturas médicas no distrito de Braga, designadamente em obras e aquisição de equipamentos.
No âmbito deste pacote já arrancaram, no final de Maio, as obras da Unidade de Saúde do Carandá, uma das principais da capital do Minho, para as quais foram orçamentados 1,8 milhões de euros.
A intervenção - construção e equipamento - vai durar, no mínimo, um ano a reformular por inteiro o edifício situado no aglomerado urbano. Esta unidade vai continuar a funcionar em simultâneo com as obras, obrigando a desviar algumas valências e serviços para outras unidades e extensões de saúde da cidade.
Também um milhão de euros é o valor da junção das extensões de Sequeira e Cabreiros, cujas obras deverão arrancar no final do ano. A nova extensão nascerá numa antiga escola primária cedida pela Câmara Municipal de Braga, situada em Sequeira, perto de Cabreiros». [
Lusa/SOL].

ABRUNHOSA, UM CONCERTO DE ÊXITOS, NO THEATRO CIRCO

Incontornável no panorama musical português, Pedro Abrunhosa traz ao Theatro Circo, a 24 de Julho (22h00), os temas mais emblemáticos que ao longo de uma já sólida carreira apresentou ao lado dos “Bandemónio”, colectivo que conquistou o reconhecimento nacional logo a partir do lançamento do álbum de estreia intitulado “Viagens” e distinguido com três “discos de platina”.
Com formação musical iniciada e aprofundada na área do jazz, foi com o registo “pop rock” que Abrunhosa encontrou as grandes audiências que o acompanham ao longo de 15 anos preenchidos por centenas de concertos e pelo lançamento de vários trabalhos discográficos.
Autor e intérprete de temas que atingiram o estatuto de “hinos” e integraram várias bandas sonoras de trabalhos cinematográficos nacionais, lançou em 1994 o primeiro projecto de género assumidamente “rock” que abriu caminho para a nova linguagem musical materializada nos trabalhos “F” (1995), “Tempo” (1996), “Silêncio” (1999), “Momento” (2002), “Palco” (2003), “Intimidade” (2005) e “Luz” (2007).
Além dos recentes “Pontes Entre Nós”, “Quem Me Leva os Meus Fantasmas”, “Ilumina-me” ou “Tenho Uma Arma”, o cantor portuense traz ainda ao Theatro Circo êxitos como “Se eu fosse um dia o teu olhar”, “Tudo o que eu te dou”, “Beijo” ou “Diabo no Corpo”, entre muitos outros.
Simultâneo à carreira musical que o levou a partilhar o palco com músicos como os brasileiros Lenine, Zélia Duncan, Elba Ramalho ou Zeca Baleiro ou a luso-canadiana Nelly Furtado, Abrunhosa dedicou-se ainda à participação em várias peças de teatro, à edição de livros e à realização de ciclos de conferências.
Os ingressos para este concerto, a 15 e 20 euros, estão disponíveis nas bilheteiras do Theatro Circo.
Mais informação
: Luciana Queirós da Silva (
imprensa@theatrocirco.com ou 913 093 094) ou em www.abrunhosa.com, www.theatrocirco.com, reservas@theatrocirco.com e no “call center” 253 203 800.


Mesquita Machado em Parada de Tibães:
«SONHÁMOS, QUISEMOS, ESTAMOS A FAZER E VAMOS FAZER»

«Pela primeira vez, Parada de Tibães comemorou ontem [domingo, 5 Julho] o ‘Dia da Freguesia’ com muita música e, claro, bons petiscos. E tudo por boas causas: unir o povo e ajudar a futura Associação de Ajuda e Bem-Estar de Parada de Tibães.
O Rancho Folclórico de São Martinho de Tibães ‘aqueceu’ os ânimos, para depois o cantor ‘Quim Barreiros’ pôr toda a gente a cantar e a dançar as músicas mais conhecidas. A festa não terminou sem a subida ao placo do grupo ‘Renascer’. Entre a música houve tempo para inaugurações e, claro, petiscar no bar que esteve aberto durante a festa.
“Conseguimos colmatar uma lacuna da freguesia, até porque há dois anos deixou de se realizar, também, a festa em honra de São Sebastião”, começou por justificar o presidente da Junta de Freguesia de Parada de Tibães, António Vaz, admitindo que a festa surge como forma de “manter a vida comunitária”.
A proposta de se comemorar o Dia da Freguesia foi levada a reunião da Assembleia de Freguesia. “Tínhamos indicado dois dias: a 17 de Fevereiro, que se comemora a Batalha de Pedroso, uma batalha que ocorreu aqui no princípio do milénio, e o dia 26 de Junho, dia do padroeiro da terra”, lembrou o autarca, salientando que a escolha recaiu no dia do padroeiro.
“Optámos por comemorar o Dia da Freguesia sempre no primeiro domingo de Julho, que é o mais próximo da data comemorativa do padroeiro”, justificou o presidente, esperando que a festa continue a realizar-se todos os anos.
Numa freguesia com cerca de 900 habitantes, a festa foi “muito” concorrida, também por gen- tes das freguesias vizinhas. A receita do bar, que entretanto, esteve a funcionar durante a festa, destinou-se integralmente a favor da futura Associação de Ajuda e Bem-Estar de Parada de Tibães.
“A associação é uma aspiração que há muito se faz sentir e que tem, a partir de agora, as portas abertas para avançar, embora haja muito trabalho a fazer e muito caminho a desbravar”, referiu, ainda, o autarca.
Entre os muitos habitantes presentes na festa, o ‘Correio do Minho’ falou com Paula Faria. “Estou a achar a festa muito bonita, por isso, deviam fazer mais vezes”, começou por referir aquela moradora de Parada de Tibães.
Também José Alves considerou que “esta festa já devia ter começado mais cedo, porque é preciso unir o povo”. E foi mais longe: “o povo está a começar a sentir que a Junta de Freguesia tem feito alguma coisa e começa, também, a participar e a aderir às iniciativas que se vão realizando”.
Entre danças e ao som das concertinas, o ‘Correio do Minho’ falou, ainda, com Lúcia Vaz, que achou que a festa foi “uma óptima ideia para juntar o povo”. E o certo é que, na opinião desta habitante de Parada de Tibães, “as pessoas começam a sentir-se atraídas e participam nas iniciativas que se realizam”.
E prova disso é a adesão à festa. “Não estava à espera de tanta gente, porque não era normal isso acontecer”, lembrou.
Com a mesma opinião, Inês Pinto frisou o facto desta festa “unir o povo, sobretudo, aquele que vem de fora morar para a terra”. Além disso, “esta é a festa indicada para uma aldeia, que se está a transformar num dormitório e tem muita gente que não era de cá”, afirmou Inês, esperando que a festa continue.
Em dia de festa em Parada de Tibães não faltou a inauguração do renovado Complexo Desportivo de São Sebastião. “Sonhámos, quisemos, estamos e vamos fazer”. Foi desta forma que o Presidente da Câmara Municipal de Braga, Mesquita Machado, concretizou “mais um sonho” da freguesia.
Entre a música do cantor Quim Barreiros, Mesquita Machado deu os primeiros pontapés no novo campo sintético. “Estão todos de parabéns porque souberam escolher um presidente de junta, cujo partido é Parada Tibães”, começou por sublinhar Mesquita Machado, garantindo que António Vaz é “um presidente incansável e que não deixa de solicitar mais melhoramentos para a terra”.
Com o povo em festa, o Presidente da Câmara Municipal de Braga fez questão de evidenciar que o que se pretende é que “as pessoas de Parada tenham mais qualidade-de-vida, acreditando que agora “têm excelentes condições para a prática de desporto”.
O edil bracarense realçou, ainda, o trabalho feito em Parada de Tibães ao longo deste mandato, já que “os sonhos foram quase todos concretizados, por isso, é preciso acreditar naquilo que é possível concretizar”.
O povo de Parada de Tibães, segundo Mesquita Machado, “teve um acto de inteligência, porque escolheu muito bem o presidente”, acreditando que, “assim, também, vai ser no futuro”.
Ainda durante a cerimónia, que antecedeu o ‘primeiro pontapé’ no novo relvado, o Presidente da Junta de Freguesia de Parada de Tibães, António Vaz, agradeceu a participação de todos os presentes, incluindo as “muitas pessoas” de fora da freguesia que se quiseram associar à festa. “Em 2006, o Presidente da Câmara pediu que formulasse cinco desejos e na lista coloquei a segunda fase do parque desportivo, o arranjo urbanístico no adro da igreja, um centro de dia para os idosos, a requalificação da capela de São Sebastião e o complexo desportivo. E hoje parte das promessas estão cumpridas”, assegurou o Presidente da Junta, revelando que “vão avan- çar as obras necessárias na sede da Junta de Freguesia, que vai albergar o centro de dia”.
Sobre o complexo desportivo, António Vaz garantiu que “esta obra ultrapassa as expectativas mesmo dos mais optimistas”. E o Presidente foi mais longe: “ao longo destes seis meses de obra, em que se viveram tempos de crise no país, conseguimos ter empresas a trabalhar e muitos postos de trabalho foram assegurados por causa deste investimento da Câmara Municipal de Braga”.
O projecto de modernização, reabilitação e readaptação do complexo desportivo, inserido na parceria público-privada, incluiu a colocação e aplicação de piso sintético, execução de nova bancada para aproximadamente 250 espectadores, alteração dos percursos e áreas de público/atletas, obras de acabamento e reformulação de bar e wc’s públicos, criação de baía de estacionamento e requalificação do espaço envolvente». [Patrícia Sousa/CM].

domingo, 5 de Julho de 2009

"DE MALANGATANA A PEDRO CABRITA REIS", EM TIBÃES

«O Mosteiro de São Martinho de Tibães, em Braga, inaugurou ontem [4 Julho] uma importante exposição de arte moderna, composta por 50 obras de diversos autores, que integram a colecção da Caixa Geral de Depósitos. A mostra, que vai estar patente ao público até 22 de Agosto, tem por título “De Malangatana a Pedro Cabrita Reis”, e pretende «colocar em diálogo harmonioso a modernidade com a história do local», que foi a casa-mãe dos beneditinos em Portugal e no Brasil.
Além de um grande número de convidados e da administração da Caixa, a abertura da exposição contou com a presença da Directora Regional de Cultura do Norte, Helena Gil, que agradeceu o empenho da Culturgest em trazer este valioso conjunto de obras ao Norte do país e de ter escolhido um espaço com grande importância e simbologia cultural para o fazer.
A Culturgest convidou o curador Jürgen Bock para este projecto itinerante, tendo em consideração a sua experiência, interesses e conceitos expositivos. Jürgen Bock entende esta tarefa, incorporando no seu trabalho o modo de apresentação das obras e da sua colocação nas arquitecturas que as acolhem, «integrando as obras sem mudar os respectivos espaços».
O curador refere, a propósito, que «as obras experimentadas como herméticas nas suas apresentações em museus, galerias ou mesmo nos catálogos, normalmente, organizadas de maneira ortodoxa, são agora apresentadas em confronto e num contexto de exibição por vezes surpreendente e pouco comum». A instalação destas exposições e respectivos catálogos «procuram aplicar a ideia de construção como contraponto ao regime que equipara o novo, o único, o genuíno e o autêntico à qualidade e objectividade», acrescenta.
A colecção Caixa Geral de Depósitos, criada no princípio dos anos 80, é uma colecção de arte ainda jovem. Revela, no entanto, em tom generoso, a natureza de colecções em permanente estado de reinvenção. Através de rigorosas escolhas expositivas e de um enquadramento crítico das obras seleccionadas, procura-se criar uma justaposição dinâmica das mesmas e assim produzir uma apresentação capaz de oferecer e sugerir ao público novos envolvimentos com autores e obras já célebres, mas também com autores ainda por descobrir». [José Carlos Lima/DM].

Mesquita Machado inaugurou Zona de Lazer, gimnodesportivo e sintético
«SEQUEIRA TEM MAIS TRÊS RAZÕES PARA MEXER AS PERNAS»

«Três cerimónias oficiais apenas numa tarde, contemplando uma só população.Ontem [4 Julho], foi a vez de Sequeira receber Mesquita Machado: o autarca continua o périplo pelas freguesias para inaugurar obras de raiz ou simples melhoramentos.
O presidente da Câmara Municipal de Braga inaugurou a Zona de Lazer da Praceta das Caldas de Sequeira, uma área destinada aos mais jovens com um mini-campo de futebol instalado no local. Depois, o autarca seguiu para o Gimnodesportivo de Sequeira, onde pôde constatar os melhoramentos realizados, sobretudo nos balneários.
Por último, Mesquita Machado fechou com “chave de ouro”, no momento mais aguardado da tarde: cerca de 150 pessoas assistiram à bênção do padre Marcelino Ferreira ao renovado Complexo Desportivo de Sequeira (Campo da Granja), que foi alvo de obras nos balneários e com um novo piso de relva sintético.
Logo após as cerimónias oficiais, Mesquita Machado dirigiu-se aos sequeirenses presentes nas bancadas do Campo da Granja para lhes transmitir os «parabéns» pela escolha que fizeram ao eleger Emiliano Noversa (Partido Socialista) para a Junta de Freguesia. «É um prazer estar aqui com a população de Sequeira. O mérito destas obras deve-se ao presidente Emiliano Noversa, que tem sido incansável para a população ter qualidade de vida», focou o edil, revelando que «brevemente vai ser iniciada a obra do Pavilhão Multiusos. Quem está de parabéns são os sequeirenses, que souberam escolher o seu presidente de Junta», repetiu Mesquita Machado.

Presidente da Junta retribui elogios a Mesquita
«Esperamos mais e melhor no futuro»
Se Mesquita elogiou Noversa, o presidente da Junta de Sequeira retribuiu o gesto e, além de louvar o trabalho da autarquia, não deixou de destacar o trabalho de todas as restantes entidades envolvidas nos três projectos concretizados. «Agradeço a todos os que estão aqui presentes. Estas obras transmitem a qualidade de vida necessária. Agradeço à Câmara Municipal de Braga, que tem sido incansável no apoio a Sequeira. E, como tal, às empresas envolvidas», disse, acrescentando esperar um futuro cada vez melhor para a freguesia a que preside.
«Esperamos mais e melhor para Sequeira. Estas são obras que pretendem servir a população em geral e esperamos que assim seja. A todos, em geral, o meu muito obrigado por esta obra», declarou.
Terminados os discursos de Mesquita Machado e Emiliano Noversa, seguiu-se um lanche para todos aqueles que estavam presentes no Campo da Granja. O prato forte deste “Verde d’ Honra” foram os manjares tipicamente minhotos, sobretudo os grelhados. A “festa” em Sequeira acabou num verdadeiro arraial do Minho.
Complexo de Jogos da Granja sofreu melhoramentos
Com uma área de 620 metros quadrados, a nova Zona de Lazer de Sequeira, localizada numa malha habitacional de cariz rural, significa um investimento de 90 mil euros e tem como objectivo, segundo os responsáveis da autarquia bracarense, fomentar o convívio e a vivência da população local, compreendendo um pequeno campo de jogos, um parque de diversões e um espaço de estadia.
Quanto ao gimnodesportivo, a intervenção camarária incidiu nos balneários, tendo-se desenvolvido em duas fases, num valor global da ordem dos 311 mil euros.
A par da aplicação de um relvado sintético, o Complexo de Jogos da Granja sofreu melhoramentos, desde logo na ampliação do campo de futebol para as medidas oficiais regulamentadas pela Federação Portuguesa de Futebol, o aproveitamento das águas pluviais para o sistema automático integrado de rega, uma bancada para 300 espectadores parcialmente coberta, a criação de percursos diversos para atletas e público e a reformulação das instalações sanitárias para o público». [José Costa Lima/DM].

ENCONTRO SOBRE "PODCASTS" NA UNIVERSIDADE DO MINHO

«Um "Encontro sobre Podcasts" realiza-se nos dias 8 e 9 de Julho, no Auditório B1, do Complexo Pedagógico II da Universidade do Minho, em Braga, e pretende ser um espaço de formação, de partilha e de discussão para todos os que já utilizam podcasts no ensino ou para todos quantos pretendam vir a adoptar e explorar esta ferramenta no contexto do ensino e aprendizagem.
No dia 8 de Julho, Palitha Edirisingha, da University of Leicester (Reino Unido), proferirá a conferência “A Podcasting framework for teaching and learning in higher education” seguindo-se-lhe várias comunicações descrevendo a utilização de podcasts em diferentes níveis de ensino e os princípios a respeitar na sua produção.
O dia 9 de Julho será dedicado a diversos workshops alusivos à temática. O workshop “Podcast com o software Audacity” decorrerá entre as 9h00 e as 10h30, ou entre as 14h15 e as 15h45; o workshop “Vodcast com o Movie Maker”, terá lugar entre as 10h45 e as 12h15, ou entre as 16h00 e as 17h30, e finalmente, o workshop “Screencast utilizando o software Jing”, decorrerá das 12h30 às 14h00, ou das 17h45 às 19h15». [Diário do Minho].