Mesquita Machado considerou, assim, estar a viver «um momento de óbvia importância para a História de uma cidade com mais de dois mil anos», cidade que «sempre deu o seu contributo maior para os momentos altos da história pátria e para a história da relação entre nações».
«Se este é um momento importante para Braga, tão relevante o é para os dois países, que assim se unem, mais uma vez, em prol de interesses comuns, que os afirme no contexto mundial», sublinhou, reafirmando que a inauguração em causa era, de facto, «a manifestação pública de um dos momentos mais profícuos da relação institucional entre Portugal e Espanha, que concertaram trilhar juntos os caminhos do futuro».
Falar de futuro nesta circunstância – disse Mesquita Machado – é falar de ciência, da vanguarda da investigação científica, ou seja, do Laboratório Internacional Ibérico de Nanotecnologia.
Para o Presidente da Câmara Municipal, Braga, os Bracarenses, a Região, só podem ter o maior orgulho em associar o seu nome e o seu modesto contributo a esta estrutura de investigação ora inaugurada.
«Permitam-me, pois, uma especial palavra de agradecimento aos governos português e espanhol por nos terem feito a justiça de reconhecer que reuníamos as condições ideais para tão forte aposta… Por reconhecerem que estávamos preparados para dar corpo a este desiderato comum de investir na mais revolucionária tecnologia de ponta», enfatizou.
De acordo com Mesquita Machado, a cidade «vai continuar a oferecer todos os seus préstimos e o melhor ambiente para que o trabalho científico que aqui se vai desenvolver obtenha os resultados que se esperam dos melhores, em prol dos interesses de Portugal, em prol dos interesses de Espanha, mas em prol da Humanidade».




